domingo, 20 de março de 2016

BALBUENA BATE CONTINÊNCIA PARA A FIEL


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

IDOLO DO CORINTHIANS - DINO SANI

Ao chegar no Corinthians, em 1965, o volante Dino Sani já era um jogador consagrado nacional e internacionalmente. Campeão da Copa do Mundo de 1958, em torneio que foi reserva do santista Zito, Sani já havia feito carreira em grandes clubes como Palmeiras e São Paulo, no Brasil, e Milan, na Itália. Entretanto, o jogador provou nos seus quatro anos de Corinthians, de 1965 a 1968, que ainda tinha muito futebol para mostrar.
Mesmo com 32 anos quando chegou ao Parque São Jorge, idade avançada para os jogadores de futebol da época, Dino Sani formou com Roberto Rivellino uma das grandes duplas de meio-campo que o futebol brasileiro já teve.
Corintiano desde criança, o volante chegou ao Timão quando a equipe já estava há 11 anos sem ganhar um título (desde a conquista do Campeonato Paulista de 1954). Apesar do bom aproveitamento pelo Corinthians (66 vitórias, 21 empates e 29 derrotas), Dino Sani não conseguiu vencer um grande título pelo clube. A única conquista foi o Torneio Rio-São Paulo de 1966, quando o título foi dividido entre Corinthians, Santos, Botafogo e Vasco (esta conquista não é levada em conta na soma do jejum corintiano, que é contado de 1954 até 1977).
O bom desempenho de Dino Sani pelo Timão elevou o jogador ao posto de um dos maiores volantes da história do clube. Mesmo com 34 anos em 1966, o volante foi um dos 45 jogadores pré-convocados pela seleção brasileira para a Copa da Inglaterra, mas ficou fora da lista final.
No fim de 1968, quando tinha36 anos, Dino Sani encerrou a carreira no Corinthians e, contando com o prestígio que tinha no clube, virou logo em seguida o técnico do Timão, em 1969.
Na nova função, ele levou o clube do Parque São Jorge a pequenas conquistas, como o da Copa Costa do Sol, disputada em Málaga, em 1969, e do Torneio de Nova York, no mesmo ano, mas não conseguiu encerrar o jejum de títulos importantes do clube.
Apesar disso, o trabalho no Corinthians rendeu a Dino Sani um convite para dirigir a seleção brasileira, pouco antes da Copa de 1970. "O João Saldanha era uma pessoa espetacular e muito meu amigo. Por isso, quando ele foi afastado da seleção, achei uma injustiça e não poderia aceitar trabalhar no lugar de um amigo", explica o homem que rejeitou treinar um dos maiores times de todos os tempos.
Nome:Dino Sani
Data de Nascimento:23/05/1932
Posição:
Volante
Período no Corinthians:1965 a 1968
Jogos: 116
Gols:32
Títulos:Torneio Rio-São Paulo de 1966
FONTE: Adriano Garrett, GE.Net São Paulo (SP)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

ÍDOLO DO CORINTHIANS - DINEI O TORCEDOR QUE VIROU JOGADOR

Nenhum jogador se identificou tanto com a torcida do Corinthians quanto o atacante Dinei. Isto aconteceu pelo fato de o jogador ser, realmente, a torcida do Corinthians em campo. Antes de se tornar profissional, Dinei era integrante da Gaviões da Fiel, principal torcida organizada do Timão.
Quando perguntado sobre sua história, Dinei sempre diz que, quando era integrante da Gaviões, ele não gostava de ouvir brincadeiras dos adversários dizendo que o Corinthians não tinha títulos brasileiros, sendo um time regional. Ele mesmo diz que quis jogar futebol para tirar isto da história do clube. E conseguiu, com louvor.
Saindo do 'terrão' do Corinthians, o atleta se profissionalizou no ano de 1990, chegou a ser titular na campanha do primeiro titulo brasileiro da história do Timão, marcando, inclusive, o gol da vitória contra o Santos.
Mesmo não tendo sido titular durante toda a campanha, Dinei participou de partidas importantes, como os dois jogos contra o Atlético-MG nas quartas-de-final da competição, quando o Corinthians passou suado.
Após as duas vitórias do time contra o São Paulo, na final do Campeonato Brasileiro de 1990, Dinei se viu fazendo parte do primeiro elenco campeão nacional pelo Corinthians, cumprindo sua promessa.
Dois anos depois, ainda jovem, ele deixou o Corinthians e foi para o Grasshoppers, da Suíça, onde ficou por pouco tempo. Depois disso, rodou por Guarani, Portuguesa, Internacional e Cruzeiro, antes de chegar ao Coritiba e passar pelo pior momento de sua carreira: ser flagrado no exame antidoping por cocaína e ficar 240 dias longe dos gramados.
Depois de seu retorno, ele jogou por Fluminense e Guarani, antes de retornar ao Timão para completar seus feitos. Dinei participou, diretamente, da conquista do Campeonato Brasileiro de 1998, marcando o primeiro gol da equipe no primeiro jogo, quando o Cruzeiro fazia 2 a 0. Em seguida, ele virou garçom: serviu Marcelinho para empatar o jogo no Mineirão, serviu o próprio Marcelinho no empate em 1 a 1 no Morumbi e deu duas assistências no último jogo: para Edílson e Marcelinho, que fizeram 2 a 0 e finalizaram a festa do alvinegro.
Com este título, Dinei cravou seu nome na história do alvinegro, sendo o único jogador a participar de três títulos brasileiros pelo Corinthians. Depois, o fiel torcedor ainda conquistou mais títulos importantes, como o Mundial de Clubes da Fifa, em 2000, com participação mais discreta, assim como no Paulistão de 1999.
Nome:Claudinei Alexandre Pires
Data de Nascimento:10/09/1970
Posição:
Atacante
Período no Corinthians:1990 até 1992 e 1998 até 2000
Jogos: 194
Gols:34
Títulos:Campeonato Brasileiro de 1990, 1998 e 1999, Campeonato Paulista de 1999 e Mundial de Clubes da Fifa de 2000
Fonte: Gazeta Esportiva.net.