Há duas versões sobre a origem do mascote corintiano. A primeira seria por conta do clube ter pleiteado uma vaga na Liga Paulista de Futebol em 1913, da qual apenas participavam Americano, Germânia e Internacional - como os personagens Athos, Porthos e Aramis, do romance "Os três mosqueteiros", escrito pelo francês Alexandre Dumas, em 1844. Como havia outros pretendentes à vaga, o Corinthians teve de disputar uma seletiva contra o Minas Gerais (do Brás) e o FC São Paulo (do Bixiga), outros dois grandes da várzea paulistana. Após ter vencido as duas equipes, o Corinthians garantiu o direito de disputar a Divisão Especial da Liga, ganhando da imprensa o apelido de D'Artagnan, o quarto mosqueteiro.
Uma segunda versão para a utilização do "mosqueteiro" como mascote corintiano surgiu em 7929, quando o Corinthians venceu o Barracas (Argentina), por 3 a 1. Foi a primeira vitória do clube paulista em partidas internacionais e que ganhou destaque nas páginas do jornal "A Gazeta", com o título dado pelo jornalista Thomaz Mazzoni: "O Corinthians venceu com "fibra de mosqueteiro"". Esta versão é adotada oficialmente pelo clube e pelos historiadores, como Celso Unzelte.
Texto de: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_Corinthians_Paulista










